Gestão de franquia: O que medir em sua franquia

Atualizado: 2 de Set de 2019



Os sistemas de franquia permitem a expansão de determinadas marcas, podendo alavancar seus negócios de maneira arquitetada, necessitando menos de investimentos financeiros, e diversas vantagens que se relacionam a adquirir algo que já tenha um nome consolidado.


No final da década de 80, as redes de franquias ganharam uma estrutura estabilizada no mercado de negócios.


Mas o suposto conceito de negócio existe desde a Idade Média, onde se deu início aos impostos e taxas cobrados, sendo eles surgidos da Igreja.

Toda e qualquer franqueadora, possui como missão conceder a marca, elaborando métodos e conhecimento para uma boa operação do negócio.


Conquanto, o franqueado possui o potencial de investimento e propósito de operar o negócio através de uma gestão de franquia.

Sendo constatado que toda formatação de franquia começa através da análise de ‘franqueabilidade' do negócio seguida da elaboração de um plano de negócios para a unidade franqueada, certificando-se sobre a estabilização do modelo.



Na gestão de franquia, o objetivo geral de implementação de indicadores apropriados para a tomada de decisão dos gestores no processo de gerenciamento das unidades de uma rede de franquias em expansão, para os especialistas da Artusi Arquitetura há o compartilhamento de algumas dessas ações:

1. Saber identificar como a franqueadora deve agir quando se deparar com unidades franqueadas que estejam com um mal desempenho;

2. Inovar em um modelo de gestão de rotina através da coleta, análise e controle de indicadores;

3. Checar como os indicadores podem ser utilizados para gerar uma tomada de decisão facilitada pelos gerentes de franquia e franqueados.


· Buscando um sistema sólido de negócio:


Na busca incessante de um sistema operacional sólido, um que permite a satisfação do cliente e a rentabilização para franqueadores e franqueados, surge a relevância de se definir como ocorrerão essas relações e quais serviços serão proporcionados.


Outrora, é necessário que o franqueado saiba onde, como e quanto comprar e de que forma esses produtos serão distribuídos e entregues aos seus possíveis consumidores, estas atitudes se relacionam diretamente a uma boa gestão de franquia.

Mas porque a existência de unidades próprias em uma franquia?


É que através delas, o franqueador terá condições de avaliar a operação e os resultados que podem ser obtidos com o modelo e para que possa utilizá-la como teste para as inovações que serão posteriormente disponibilizadas para todos os franqueados.


Ou seja, a importância, trata-se de uma nivelação ao inovar.

Ao manter uma operação própria, o franqueador saberá avaliar como o mercado reage às estratégias estabelecidas pela franquia, neste caso a gestão de franquia terá um papel importante, se relacionando com a demanda de produtos e serviços, bem como a rentabilidade alcançada.

Se empresa terá o direito de utilizar a marca de outra através do sistema de franquia, será comercializado produtos e serviços e resultará no cliente a ambição de ver o mesmo modelo de negócio nos diversos locais onde ele se deparar com aquela linha.


· A gestão de franquia e seus principais segredos:

Sendo a gestão de franquia uma das tarefas de manutenção do posicionamento da marca, gerir este tipo de negócio não é uma missão simples.


Sendo necessário, de acordo com a experiência e conhecimento dos especialistas da Artusi Arquitetura 8 prioridades:

1. Gestão das redes de franquias, onde o planejamento estratégico, as análises de mercado e as avaliações competitivas são requisitos básicos antes de se implantar uma franchising.

2. A análise de viabilidade se diz respeito ao crescimento através da franchising.

Ela vem apresentando como uma estratégia viável para um grande número de empresas.


Mas os cases de sucesso relatam um trabalho minucioso de planejamento, de avaliação do próprio negócio e do modelo que se pretende franquear, antes da implementação de um plano de expansão.

3. Conhecer o mercado é fundamental para identificar locais onde se pretende atuar, suas vantagens competitivas, chances de crescimento e riscos a serem minimizados, antes de escolher qual será o melhor canal de distribuição para seus produtos e serviços.

4. A empresa precisará estudar a viabilidade do modelo de negócio que pretende franquear.

Por esta razão, toda formatação de franquia se inicia com a Análise de Franqueabilidade do negócio seguida da elaboração de um Plano de Negócios para a unidade franqueada, verificando, assim, se o modelo é estável.

5. Definir e compartilhar a missão, visão e valores da empresa é primordial para a compreensão e manutenção do modelo.

6. No sistema de franchising requer uma visão de longo prazo, com monitoramento e inovação constantes para adequação da sua estratégia aos desafios do mercado.

7. Ao tratar-se do Plano de Marketing, o primeiro cliente a ser conquistado por uma franquia é o seu franqueado.


Será ele, uma vez convencido do valor da marca, quem irá primeiramente divulgá-la nos mercados onde for atuar.


Os melhores planos são aqueles que conjugam a visão do franqueador com a experiência na ponta exercida pelo franqueado.


8. A contratação de uma equipe de Arquitetos capacitada e especializada em franquias e projetos para empresas é essencial.


Com atuação destes profissionais, as etapas que levam a efetiva inauguração do empreendimento são cumpridas de forma eficiente dentro dos parâmetros Legais, inclusive.



Portanto, ter um sistema operacional bem definido ajuda tanto ao franqueador quanto ao franqueado na gestão dos negócios.


Por essa razão, os franqueadores incluem diversos serviços em seus sistemas.


Como análise e escolha do ponto, abertura da empresa, treinamento pré-operacional, assistência para a inauguração da unidade, suporte em gestão de franquia e todo o apoio que lhe será dado durante a vigência do contrato.

Para a Artusi Arquitetura, quanto mais obter experiência, mais o franqueador aprimorará seu sistema operacional, incluindo novos serviços e treinamentos que auxiliarão na gestão como um todo e, ao mesmo tempo, na supervisão para a manutenção de padrões por ele criado.


· Logística no universo das franquias:

A logística de distribuição possuí extrema importância nesse processo.


A logística de distribuição é um dos fatores críticos de sucesso de uma franquia por impactar no preço final dos produtos e na confiabilidade quanto ao suprimento dos estoques das unidades franqueadas.


Um grande desafio para o franqueador é estabelecer um sistema de logística de distribuição de produtos para o segmento que ofereça um bom nível de eficiência e eficácia, uma vez que os custos logísticos podem tanto estimular quanto inviabilizar a operação da gestão de franquia.

O posicionamento da marca é fundamental.

No sistema de franquias, uma empresa terá o direito de utilizar a marca de outra, comercializará seus produtos e serviços e gerará no consumidor a expectativa de ver o mesmo modelo de negócio nos diversos locais onde ele se deparar com aquela marca.


· Formatação de Franquias: como é o seu funcionamento?


Através de uma análise de Franqueabilidade, incluindo Estudo de Viabilidade Financeira, será constatada a viabilidade para expansão através de franquias.

Serão elaborados os documentos legais: Circular de Oferta, Contrato e Pré-contrato da Franquia.


Incluindo o processo de formatação que descreve todos os processos administrativos e operacionais padronizados, em manuais específicos, criando que tais processos sejam reproduzidos pelos franqueados da Rede.


· E quanto aos processos administrativos?

O aumento de redes de franquias acontece através da implantação de novas unidades da empresa.


E é dessa maneira que uma rede cresce.


Pelo meio da oferta do direito de uso da marca a empreendedores que se tornam franqueados.

A maneira como é feita a expansão das redes acaba sendo um dos principais fatores de sucesso da franchising.


Afinal de contas, o modelo se demonstra vantajoso para empreendedores que querem ter o próprio negócio, mas não estão dispostos a investir em algo que não seja seguro.


· Implantação: quais as responsabilidades do franqueador? Pesquisando mercados: leve em conta que uma rede de franquias tenha um projeto de crescimento com objetivos bem definidos.


Para tal organização, o planejamento é necessário, e precisa ser bem feito.

O franqueador, antes de dar aval à implantação das novas unidades da marca em determinados territórios, deve pesquisar mercados potenciais que ofereçam um perfil de público-alvo que esteja de acordo com os interesses da marca.

A atenção ao selecionar e treinar franqueados, também deve ser levada em conta e faz parte de uma boa gestão de franquia.


Realizar entrevistas com potenciais franqueados, empreendedores interessados na empresa, é essencial e deve-se sempre considerar o perfil do profissional para que as relações sejam levadas com lisura.


O franqueador deve ainda analisar as qualificações e a compatibilidade com os serviços oferecidos pela rede.


A rotina de trabalho do operador de uma unidade também deve ser levada em conta.

É ainda indicado que o franqueador também proponha um programa de treinamento obrigatório.


É a partir daí que o franqueado terá o know-how necessário para gerir a unidade de franquia da qual será responsável.


Mantendo a estabilidade e integridade da marca.

Contratar fornecedores de acordo com a gestão de franquia: Antes de colocar a nova unidade para funcionar, é necessário selecionar os fornecedores de matéria-prima.


A contratação deve levar em consideração não apenas os custos, mas a praticidade da entrega e o compromisso com prazos.

Inauguração e divulgação da nova loja: Para poder chamar atenção do público, é necessário divulgar a inauguração nova unidade de franquia.


Conquanto, o franqueador deve pensar nas estratégias de marketing que serão utilizadas para que as pessoas tenham conhecimento da loja.


Na gestão de franquia deverá ainda ser considerado até que ponto poderão ser feitas adequações ao modelo sem que ele se descaracterize e como será feito o controle sobre o uso da marca para que ela continue como única, indiferente ao local de suas unidades, e de ações pontuais de marketing criadas para atender a necessidades específicas de alguns mercados.

A gestão de franquia possui necessidades claras quanto a operação própria do franqueador e a sua estrutura interna, precisando ter algumas áreas fundamentais para atendimento aos franqueados, como: operações, marketing e vendas e administrativo e parte financeira.



O sistema de franquias envolve a oferta de um grande número de serviços ao franqueado presenciais ou à distância.


Não basta conhecer a operação do negócio.


O suporte à rede inclui atividades que a operação própria não exige, como os que envolvem o treinamento do franqueado e sua equipe, a implantação, monitoramento e suporte à unidade franqueada.

Algumas dessas funções poderão ser realizadas pelo franqueador e por funcionários que atuem na unidade própria da franquia, mas a estrutura interna deverá aumentar de acordo com a expansão da marca e a prioridade de manutenção da qualidade no atendimento aos franqueados e clientes.

Outro foco, é a gestão de pessoas.


Onde há pessoas existe a chance de conflitos.


Parece uma frase simplesmente pessimista, mas o objetivo é ressaltar a importância que deve ser dada à gestão de pessoas nas redes de franquias.




Toda rede franqueada, é um negócio que depende inteiramente dos padrões estabelecidos pela marca, sejam eles no quesito operacional ou com relação às estratégias de Marketing.

Qualquer loja que se instale e se espalhe em diferentes locais, precisam de uma comunicação visual expressiva, que esteja em perfeita sintonia com as características da marca.


Sendo a Arquitetura, a parte essencial dessa relação, uma vez que ela concretiza os valores de toda a companhia, proporcionando uma verdadeira experiência de imersão especulativa desejada.

Sem uma Arquitetura devidamente planejada para atender às necessidades e exigências do sistema de franchising, de acordo com a Artusi Arquitetura, torna-se impossível a evolução sustentável da unidade.


Isso porque o sistema de franchising requer uma visão de longo prazo, com monitoramento e inovação constantes para adequação da sua estratégia aos desafios no mundo comercial.

Sendo assim, cabe exclusivamente ao franqueador saber ouvir e manter uma boa comunicação com todos os franqueados, investindo em proatividade, e se antecipando na solução dos problemas apontados pelos consultores de campo e pelos próprios franqueados.

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